sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Simone e Simaria vão lançar versão espanhol de “Loka” e anunciam participação com Naldo



Simone e Simaria vão lançar uma versão em espanhol para o single “Loka”, lançado no início do mês. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (20) em São Paulo sobre a nova turnê, “Live”, Simone contou a novidade.

“Hoje nós estamos em primeiro lugar em todas as rádios do Brasil com a música e a outra coisa que a gente vai fazer com ‘Loka’ é uma parceria com algum cantor ou cantora de fora do Brasil. A gente vai cantá-la em em espanhol também. Sou viciada em Romeo Santos, Prince Royce, são os caras que tem aquelas música que dói na alma. Acho incrível o som deles. Já pensou a gente com dois mercados na mão, que coisa bacana?. O foco é Brasil, mas se acontecer a gente vai fazer por amor, pra ver o que é que rola. E depois se der certo, a gente grava um CD inteiro com o povo lá”, disse Simone.

O videoclipe, lançado dia 6 de janeiro, já ultrapassa as 35 milhões de visualizações.

Na coletiva, Simone e Simaria também revelaram que a dupla está com uma parceria para ser lançada com Naldo Benny. “A música é quente e o clipe vai ser bem sensual”, disse Simone revelando que ainda assina a composição da música.

Madonna fala sobre suposta rixa com Lady Gaga: “é um absurdo”



Madonna participou de um debate organizado pelo Brooklin Museum sobre feminismo, o papel e os desafios da mulher contemporânea e no meio da roda acabou falando sobre Lady Gaga.

O assunto surgiu quando a mesa formada por especialistas comentava sobre como a mídia coloca mulheres profissionais uma contra a outra. “Eu supostamente tenho essa rixa com Lady Gaga desde que ela nasceu. É um absurdo, eles sempre fazem isso”, disse.

Madonna comentou ainda que muitas vezes as mulheres não se apoiam como deveriam. “Voltando à ideia de feminismo, de direitos da mulher, de termos igualdade. Também quero falar sobre o fato de algumas mulheres não apoiarem outras mulheres, isso é importante. Descobri que na minha carreira como artista e ativista, meus maiores opositores são mulheres. Fico espantada”, disse.

Lauren Jauregui declara apoio a “Women’s March”



A posse de Donald Trump nesta sexta-feira (20) e a passeata “Women’s March” neste sábado (21) mexeram com Lauren Jaregui. A cantora do Fifth Harmony é a mais recente artista a se pronunciar publicamente sobre o evento e a demonstrar apoio.
Em uma série de Tweets, Lauren pede que não deixem o medo se instalar e fala de amor. “Menos de 24 horas e os fascistas se mexeram e nós precisamos nos mexer também”, escreveu Lauren ao compartilhar uma manchete de jornal revelando que o site da Casa Branca já não possuía as seções sobre direitos civis, mudanças climáticas e saúde.
“Apenas um lembrete: nós não somos como as pessoas que tentam nos silenciar. Nós devemos ser pacíficos e apenas exalar amor amanhã. E não deixem a mídia sensacionalista despertar o medo em seus corações. Sejam orgulhosos do que vocês acreditam e certifiquem-se de lutar por isso”, continuou. “O medo é uma ilusão e o poder do amor é forte. Nós não podemos responder com violência. Nós precisamos ficar juntos na paz e poder”, escreveu.

Álbum novo de Kesha aponta para o rock


                  

Não espere um álbum pop chiclete de Kesha. Sem lançar nada desde 2012, a cantora americana está focada em finalizar seu disco e liberá-lo para os fãs neste ano. Mas… pode virar um álbum de rock. O produtor Ricky Reed (de “Ride”, de twenty one pilots) é um dos colaboradores do projeto e abriu o jogo no Instagram: “Quando conheci Kesha, fiquei impressionado com sua visão do que queria que fosse o álbum. Ela é uma das roqueiras mais inflexíveis que á tive a graça de receber”.

Ele conta que ela lhe pediu “algo corajoso” e ele sabia que tinha que entregar o tom mais rude que fosse possível fazer. Em tempo: Dr. Luke não tem envolvimento com esse álbum. Kesha conseguiu, na Justiça, o direito de trabalhar sem a supervisão dele, que ainda é, por contrato, seu empresário e produtor executivo. Mas a experimentação na qual ela mergulhou só é possível sem ele.


Quando gravava o álbum “Warrior” (2012), Kesha já sinalizava seu interesse por outras sonoridades. Ela conseguiu incluir uma participação de Iggy Pop na tracklist, e teve muitas sessões com Wayne Coyne, do The Flaming Lips: mas esse material teve que ser engavetado, porque Dr. Luke não aprovou o lançamento.


Para a nova fase, Kesha entrou em estúdio com a banda Eagles Of Death Metal, e comentou que era a realização de um sonho. “No passado, sempre senti que tinha que provar algo. Agora, estou escrevendo o que eu quero dizer ao mundo ao invés de dar ao mundo o que ele quer. Para o bem ou para o mal, é apenas eu”, declarou em entrevista à revista Billboard.
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